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Fórum dos Aprovados no Sistema Petrobras • Exibir tópico - PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Fórum de discussão sobre o PSP-2011/1 e o PSP-2011/2 da Petrobras

Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor EuNemLigo » Sex 15/Fev/2013, 6:55 pm

Meu também grande amigo Natofla12. Salve Brother....
Diz o velho ditado que “ Cabeça de Juiz e Bunda de Neném” é sempre improvável, pois nunca se sabe o que vai sair dali".
Dependendo da defesa do advogado dos 05 TST, como dito pelo Brother Rato Cinza, que existe diversas decisões do próprio SUPREMO," QUE NÃO HÁ PRETERIÇÃO POR ORDEM CLASSIFICATÓRIA NO JUDICIÁRIO. , pode ser questão de se resolver em 01 Mês ou mais , de até 01 ou 02 anos..
Estes 05 TST terão todos os direitos, á receber salários atrasados retroativos após o período que foram demitidos , de receber beneficios, participação de Lucros, previdência privada na aposentadoria ,etc...etc.. Quando forem reintegrados judicialmente. Poderão requerer também danos materiais, morais, psico, dolo , calúnia, difamação. Eles tem que ter em mente que eles já tem uma Caderneta de Poupança guardadinha lá na Peroba.
Referente á sentença desta Desembargadora em 1º Instãncia, possivelmente ela será questionada pela Corregedoria do CNJ, com milhares de denuncias em MPT, MPF, TCU e ações estourando no Brasil inteiro deste concurso PSP-01/2011-Petrobras, logo logo vai virar uma ACP de Nível Nacional , vai sobrar para esta despreparada no final.
Que este caso siga de exemplo para aqueles que estão escondidos atrás do muro, que ainda não denunciaram a Peroba achando que vão ser beneficiado pelos suores, custos e sacrifícios daqueles menos posicionados. NÃO HÁ PRETERIÇÃO POR ORDEM CLASSIFICATÓRIA NO JUDICIÁRIO.
Abraços grande guerreiro Natofla12, e á todos os participantes deste Fórum.
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor EuNemLigo » Sex 15/Fev/2013, 7:07 pm

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Sex 15/Fev/2013, 7:31 pm

Pelo que a Desembargadora (2ª instância) escreveu na decisão, parece que eles nem sequer chegaram a ser contratados, o que minimiza o peso do efeito suspensivo. Acredito que o advogado dos autores tenha entrado com as contrarrazões. Diria que se existem nos autos provas de terceirização e ainda se eles tiverem sido convocados para os exames, isso não ficará assim. O provável é que o juiz de primeira instância mantenha na Sentença o que deu na Tutela e em 2ª instância, essa Desembargadora, que será a Relatora, pode ser vencida pelos demais desembargadores.

O grande problema desse processo é que ele corre no TJRJ, o qual, muito provavelmente, seja o PIOR tribunal do país. Ai sim é culpa do advogado.

Abraços.
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor EuNemLigo » Sáb 16/Fev/2013, 12:58 am

Rato Cinza esta Desembargadora é sem noção.
A sentença dela saiu depois que este candidatos foram admitidos com registro na Carteira Profissional, eles já estavam trabalhando á 07 dias na Peroba.
É uma sentença sem fundamento porque o objeto se perdeu á partir do momento que eles foram empossados no cargo Público e registrados conforme o regime da CLT, se existe o custo de dano, de preterição aos outros candidatos , estes candidatos também estão tendo danos. Como dito pelo nobre amigo em postagens anteriores "NÃO HÁ PRETERIÇÃO DE CANDIDATOS NO JUDICIÁRIO" .
O advogado destes candidatos sabendo montar um excelente recurso, voltará obviamente as mãos deste promotor que deu sentença favorável na 1º instãncia, obviamente ele não contariará a sua sentença anterior. Caso contrário ...Ai perco minha Fé no Judiciário.
Ficaremos na vigília...
Um abraço brother. 8-|
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Sáb 16/Fev/2013, 10:38 am

Penso eu que a Petrobras agiu, mais uma vez, de má-fé, pois acho que ela não informou à Desembargadora que já havia contratado todos eles. A decisão dela diz NÃO CONTRATAR, o que me leva a crer isto. Se ela soubesse, é bem provável que não desse. E ainda assim, se desse, seria DEMITIR, que é diferente de NÃO CONTRATAR.

Vamos aguardar voltar para o juiz de 1º grau.

Abraços.
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor EuNemLigo » Sáb 16/Fev/2013, 3:09 pm

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qua 20/Fev/2013, 12:35 pm

Mais um entrando na TBG. E dá-lhe paulada!!! :ymapplause:

Esse é Contador Júnior, seu processo transitou em julgado no TST dia 05/02... Vejam o de acesso ao processo e à última decisão (ED).



TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO

PROCESSO Nº TST-AIRR-862-25.2010.5.24.0002 - FASE ATUAL: ED

A C Ó R D Ã O

5ª Turma

EMP/rb/ebc

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. VÍCIOS. INEXISTÊNCIA.

Não evidenciado qualquer dos vícios especificados nos artigos 535 do CPC e 897-A da CLT, não se viabiliza a oposição dos embargos de declaração.

Embargos de declaração rejeitados.

Vistos, relatados e discutidos estes autos de Embargos de Declaração em Agravo de Instrumento em Recurso de Revista n° TST-ED-AIRR-862-25.2010.5.24.0002, em que é Embargante TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLIVIA-BRASIL S/A e Embargado XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX.

A reclamada opõe embargos de declaração em face do acórdão da 5ª Turma do TST, indicando os vícios previstos nos artigos 897-A da CLT e 535 do CPC.

É o relatório.

V O T O

Conheço dos embargos de declaração, porque tempestivos e regulares.

A reclamada opõe embargos de declaração ao acórdão proferido pela 5ª Turma do TST, aduzindo ter havido omissão quanto ao tema Competência Material. Justiça do Trabalho. Gasoduto Bolívia-Brasil Concurso Público. Cadastro de Reserva. Nomeação. Direito. Pré Contrato.

Sustenta que o acórdão embargado ao entender a Embargante como subsidiária de uma sociedade de economia mista, partiu de premissa fática equivocada, porque ela não é subsidiária de uma sociedade de economia mista, mas apenas controlada por uma, com a qual não pode ser confundida em sua natureza jurídica. Diz que não se pode deixar de considerar que ela se sujeita ao regime jurídico próprio das empresas privadas no que se refere aos seus direitos e obrigações trabalhistas.

Afirma que, em razão dessa autonomia, não pode o Judiciário determinar a contratação de candidato aprovado para a formação de cadastro de reserva, sem vagas previstas do edital, quando ele passa a ser titular apenas de uma expectativa de direito à contratação: ao contrário, deve-se preservar a discricionariedade da Companhia na deliberação sobre o seu quadro de pessoal.

Assevera, ainda, que o acórdão embargado é silente a respeito dos argumentos trazidos pela Embargante no sentido de que não está submetida à ordem constitucional de promover concursos públicos para a contratação de seus empregados.

Diz que somente nos casos em que se constate a ocorrência de terceirizações ilícitas, poderia um candidato aprovado em um processo seletivo invocar um suposto "direito subjetivo à contratação". Se, ao contrário, a terceirização é lícita, não há que se falar em direito à contratação, visto que, nesse caso, simplesmente não há que se falar em preterição.

Indica violação dos arts. 37, II, e 173, 1º, da Constituição Federal. Aponta contrariedade à Súmula nº 331 do TST. Traz arestos para confronto de teses.

Não há qualquer vício a ser sanado.

Ficaram devidamente consignados no acórdão embargado os fundamentos para se entender que não houve afronta do art. 173, § 1º, da Constituição Federal. Inarredável que a subsidiária de sociedade de econômica mista, caso dos autos, deve pautar-se por estrita observância dos princípios norteadores da Administração Pública. Daí porque a ora embargante não desfruta de autonomia administrativa com a mesma amplitude de atuação peculiar à companhia dotada de índole puramente privada.

Também, não existiu ofensa direta ao artigo 37, II, da Constituição Federal, haja vista que o dispositivo constitucional em foco trata de investidura em cargo ou emprego público e não dos efeitos advindos da inobservância dos princípios ali previstos.

Por fim, ficou consignado no acórdão embargado que a solução da lide não perpassou pela licitude, ou não, da contratação de empresa terceirizada, senão pelo reconhecimento do direito subjetivo do embargado à investidura no emprego público, em virtude de prévia submissão a concurso público, elaborado pelo embargado, sobre o qual não há notícia da coima de irregularidade alguma.

Assim, verifica-se que o embargante tenta desconstituir decisão que lhe foi desfavorável, e não sanar irregularidade, uma vez que inexistente.

Nos termos do artigo 897-A da CLT, os embargos declaratórios cabem tão somente quando houver obscuridade ou contradição no acórdão, for omitido ponto sobre o qual o Tribunal devia pronunciar-se ou houver manifesto equívoco no exame dos pressupostos extrínsecos do recurso - hipóteses que não se configuram no presente caso.

Assinala-se, ainda, que o vício que o embargante entende haver no acórdão somente poderia caracterizar error in iudicando, passível de modificação apenas por recurso próprio.

Logo, não havendo qualquer dos vícios especificados no artigo 897-A da CLT e não sendo o presente recurso expediente para a parte manifestar seu inconformismo a respeito da decisão proferida, rejeito os embargos declaratórios.

Rejeito.

ISTO POSTO

ACORDAM os Ministros da Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, por unanimidade, rejeitar os embargos de declaração.

Brasília, 28 de novembro de 2012.

Firmado por assinatura digital (Lei nº 11.419/2006)

Emmanoel Pereira

Ministro Relator

fls.

PROCESSO Nº TST-AIRR-862-25.2010.5.24.0002 - FASE ATUAL: ED
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qui 21/Fev/2013, 11:55 am

E mais outra na TBG. A companhia judiciária de limpeza da terceirização vem fazendo hora extra na TBG... :D

Mais um Acórdão importante, pois, lança mão da teoria da distribuição dinâmica do ônus da prova (Art. 333 do CPC), já que a aprovada é parte hipossuficiente no processo.

Vejam o de acesso ao processo e à última decisão (ED).


TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO
NONA CÂMARA CÍVEL
Emb. Decl na Apel Cível nº 0202927 – 98.2010.8.19.0001
Desembargador CARLOS SANTOS DE OLIVEIRA

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ACÓRDÃO PROFERIDO NA APELAÇÃO CÍVEL. OMISSÃO, CONTRADIÇÃO OU OBSCURIDADE INEXISTENTES. O RECURSO DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NÃO É MEIO ADEQUADO PARA SE REDISCUTIR MATÉRIA JÁ DECIDIDA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO.

VOTO DO RELATOR

Trata-se de Embargos de Declaração oferecidos em face de acórdão que, por unanimidade, deu provimento ao recurso de Apelação interposto pela ora embargada, para o fim de compelir a ré/embargante a nomear e empossar a autora no cargo para o qual concorrera.

Ressalte-se que todas as questões relevantes para a decisão foram enfrentadas e resolvidas pelo acórdão, de sorte que não há nele nenhuma omissão, obscuridade ou contradição a ser sanada. O juiz não está obrigado a se manifestar especificamente sobre todos os pontos das razões apresentadas pelas partes.

A propósito:

“Não há falar em omissão, nem ausência de fundamentação, na apreciação das questões suscitadas, quando o Tribunal a quo, ao solucionar a controvérsia, bem delineia todas as matérias a ele submetidas” (STJ, 6ª Turma, Resp 445399/MG, Rel. Min. Fernando Gonçalves, DJ 24.2.2003).

No tocante a alegação de extemporaneidade da apelação, em contrário ao sustentado pela parte embargante no sentido da necessidade de reiteração das razões recursais de Apelação após a decisão dos Embargos de Declaração, tendo sido oferecido o recurso integrativo pela própria apelante e negado provimento ao mesmo, a exigência de reiteração das razões recursais torna-se desnecessária, na medida em que a sentença apelada não restou modificada pelo recurso aclaratório.

No que tange ao alegado no sentido da necessidade de prova da identidade entre as atividades terceirizadas e as atribuições do emprego postulado pela demandada, conforme destacado pelo acórdão embargado, o só fato da atribuição de nomenclatura não perfeitamente idêntica para as funções desempenhadas pelos terceirizados não se presta a afastar a conclusão no sentido de tratar-se de atribuições semelhantes àquelas para as quais concorrera a demandante.

Neste particular, em razão da manifesta hipossuficiência técnica da demandante que não tem como adentrar na complexa estrutura organizacional da ré, a prova do fato desconstitutivo do direito autoral deveria ter sido realizada por esta última, na forma do artigo 333, II do Código de Processo Civil. Ao não se valer a demandada da pertinente prova a comprovação do fato desconstitutivo da pretensão autoral, deixa a mesma de afastar a referida conclusão acerca da similitude de atribuições, bem como, a da ocorrência da preterição da demandante. Neste aspecto não há falar-se em prova de fato negativo, nem em indevida inversão do ônus probatório, tampouco, em violação aos princípios do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal, tendo em vista, repita-se, tratar-se de fato desconstitutivo do direito da autora que deveria ter sido objeto de prova pela parte ré.


A questão alegada no sentido da inocorrência de ilicitude nas contratações e terceirizações pela embargante não procede diante da constatação da ocorrência de preterição, conduta, esta, ofensiva aos princípios da boa-fé administrativa, razoabilidade, lealdade, isonomia e segurança jurídica, além de imoral e irrazoável, conforme destacado pelo acórdão embargado.

A alegação no sentido de não integrar a embargante a estrutura da Administração Pública e, como tal, não sujeita as regras do concurso público também não procede, na medida em que, em sentido amplo, notadamente diante do controle realizado pela Petrobrás e, indiretamente pelo Poder Público, há de ser considerada a mesma como integrante da Administração Pública. Por sua vez, ao optar pela realização de certame seletivo para o provimento de cargos, deve a embargante/ré se sujeitar a normatização existente acerca dos concursos públicos.

No tocante a alegação de autonomia privada da embargante e de impossibilidade do Judiciário obrigar a efetivação de contratações diante da inexistência de vagas no edital, tais aspectos não podem inviabilizar acerca da legalidade ou não do ato praticado, principalmente, diante da constatação da violação de diversos princípios referentes à atividade administrativa, repita-se, boa-fé, razoabilidade, lealdade, isonomia, segurança jurídica, razoabilidade e moralidade, o que, inequivocamente, pode e deve ser realizado pelo Poder Judiciário.

Ante o exposto o que se verifica é que a argumentação recursal ora analisada denota manifesto inconformismo da parte embargante com a conclusão adotada pelo julgado, razão pela qual não pode ser acolhida, na medida em que os Embargos de Declaração não constituem meio adequado para obter o reexame de matéria já decidida.

Por tais razões, conheço e rejeito os Embargos de Declaração interpostos.

ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos estes autos de Embargos de Declaração na Apelação Cível nº 0202927 – 98.2010.8.19.0001, em que é embargante TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLÍVIA BRASIL S/A TBG e embargada XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX,

ACORDAM os Desembargadores da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por unanimidade, em conhecer do recurso e negar-lhe provimento, nos termos do voto do Relator.

Rio de Janeiro, 15 de maio de 2012.

Desembargador CARLOS SANTOS DE OLIVEIRA
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Branxu » Sáb 23/Fev/2013, 5:33 pm

Meus amigos .... boa tarde a todos! Alguém tem alguma informação sobre a audiência de ontem com o procurador? ...... Aí Renato dá pra fazer um resumo pra nós dos acontecimentos ..... valeu e um forte abraço a todos!
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Natofla12 » Dom 24/Fev/2013, 12:29 pm

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Re: Marcada a ACP PSP 01-2011 para os TST's Macaé

Mensagempor Natofla12 » Dom 24/Fev/2013, 12:30 pm

Bom dia companheiros de luta, somente hoje tive tempo de enviar os acontecimentos de sexta-feira, então vamos aos fatos:

Em 22/02/2013 aconteceu na sede do MPT/RJ a audiência do procurador do trabalho João Batista Berthier e a Petrobras que estava representada pela sua preposta e mais 2 advogados, para julgar o procedimento preparatório de inquérito civil 3741/2012, acompanharam esta audiência 6 representantes de nossa comissão (eu, Clóvis, Sérgio Luis, William Costa, Alfranes e Vitor Faccenda).

A audiência durou 18 minutos onde o procurador deixou livremente os advogados se defenderem e junto com a preposta eles confirmam que nós não tínhamos garantia de contratação pois apenas éramos suplentes e estávamos em um processo seletivo mesmo tendo a ASO.

Pois bem, o procurador fez somente 2 perguntas pontuais:
- Essa questão de candidato ir até a fase do ASO muito me preocupa, realmente isto é regra?
Resposta da Petrobras: Sim, eles são apenas candidatos.
O procurador logo respondeu que irá bater nesta tecla (ASO) e irá investigar a fundo este procedimento.

- Sra Preposta, você tem conhecimento de quantos técnicos de segurança terceirizados possui a Petrobras contando com sede e demais embarcações?
Resposta: Não sei lhe informar pois trabalho com pessoal concursado.
A mesma pergunta foi feita para o advogado e o mesmo disse que desconhece o assunto.
O procurador logo solicitou em um prazo de 15 dias para que a Petrobras fizesse o levantamento de todos os terceirizados em nível nacional, o advogado protestou alegando o prazo curto, então o procurador deixou o prazo de 30 dias e assim fechou a audiência conforme ata em anexo.

Agora segue uma informação super importante:
Quando terminou a audiência fui falar com o procurador e entregar os questionários, e ele próprio me pediu que convocasse todos os candidatos que são terceirizados para uma reunião com ele no dia 27/02 (quarta-feira) onde todos irão fazer o seu depoimento individual, então pessoal, quem for terceirizado e puder comparecer, irá ajudar muito este processo, o procurador já marcou na agenda dele conforme abaixo:


Dia 27/02 as 14hs - Depoimento dos terceirizados concursados com o procurador do trabalho João Batista Berthier
Local: MPT, Av. Churchil, 94 - 10º andar (sala do procurador, levem a cópia desta ata para se identificarem sobre o procedimento)


Quem conhecer outros companheiros que são terceirizados e fazem parte do nosso grupo, por favor encaminhem este e-mail, quanto mais depoimentos dos terceirizados melhor.



Att,

Renato Sousa
Técnico de Segurança do Trabalho/RJ
Comissão dos Aprovados do Concurso Petrobras 01/2011 :thumbup:
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Seg 25/Fev/2013, 7:50 pm

E pimba na Transpetro, no Tribunal Superior do Trabalho... =)) =)) =))



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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Picolino » Seg 25/Fev/2013, 10:29 pm

Rato Cinza e demais guerreiros:

Convidei o meu advogado para participar do fórum, ele deseja participar.Colocarei aqui informações relevantes sobre Preterição, terceirização etc...
Este último e-mail que me mandou sobre Ilegalidade da terceirização por parte do TCU:

A constatação da ilegalidade da terceirização nas estatais por parte do TCU, nada mais é do que a interpretação da lei que regulamenta a mesma.

Eu já venho afirmando isso desde 1997.

Como está afirmado em seu e-mail, mesmo o TCU tendo o poder de auditar esta estatais, não o faz para buscar elementos quando à especificação da terceirização ou por falta de pessoal ou por negligência, jogando a questão para a generalidade, sendo demonstrar de forma pontual onde está a ilegalidade, o que faz com que os candidatos aprovados em concurso público e que se sentem lesados pela notória e explícita terceirização, tenham que angariar provas da ilegalidade das mesmas para buscar a prestação jurisdicional do Estado através de ações judiciais pleiteando suas contratações.

Hoje temos a lei de acesso à informação que entrou em vigor no início do ano passado. Na época em que propusemos a ação de vcs não tínhamos este instrumento.

Quanto ao SINDPETRO, como representante dos empregados petroleiros, deveria examinar esta questão e tornar público onde está, pontualmente a ilegalidade.

Se um dia for procurado pelo Sindicato dos Petroleiros para orientá-los juridicamente em como fazer isso, certamente poderei ajudar muito na obtenção de informações preciosas para milhares de candidatos obterem a sonhada contratação nestes entes públicos após aprovados em concursos públicos e não contratados.

:thumbup: :thumbup:
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Picolino » Seg 25/Fev/2013, 10:31 pm

Informações importantes:

Caso concorde, pode divulgar meu e-mail (abcrj@outlook.com) e telefone do escritório (21) 2504-7615, entre 12:00 e 18:00 horas para que eu possa explicar as nuances da legalidade de um concurso público:

Por exemplo:

a) dentro do prazo de 120 dias da publicação do Edital do concurso, o candidato inscrito no mesmo pode questionar a legalidade de determinados itens do Edital.
b) após a realização da prova, pode ingressar com recurso administrativo, de forma fundamentada através de um advogado, questionando respostas do gabarito oficial e pedindo a sua anulação, como já ocorreu algumas vezes aqui no escritório ou, caso o recurso seja julgado improcedente – sem qualquer fundamentação ou motivação, fato muito comum –, ingressar com ação judicial neste sentido, o que poderá significar uma significativa mudança de colocação no concurso.
c) pode questionar limite de idade, de altura e peso, dependendo do concurso;
d) exame psicotécnico de caráter eliminatório, dependendo da situação, etc.
e) aprovação dentro do número de vagas;
f) terceirização ilegal de mão-de-obra na função do candidato;
g) aprovação em 1o. lugar sem contratação.
h) inconstitucionalidade do cadastro de reserva,
i) candidato portador de necessidades especiais;
l) candidato que, por exemplo, é contador e se inscreveu e foi aprovado para o cargo de técnico em contabilidade e foi eliminado do concurso por não ter apresentado o diploma de técnico, etc. ESTE CANDIDATO PODE INGRESSAR COM AÇÃO E BUSCAR A SUA CONTRATAÇÃO.
Dr. Marcelo
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor EuNemLigo » Ter 26/Fev/2013, 11:19 pm

Picolino!!!!
O fato de uma candidato ter Formação Superior(3º Grau), prestar concurso para um cargo de nível técnico (2º Grau) sendo aprovado, e tentar galgar esta vaga de 2º grau é um caminho hiper árduo para se ganhar na Justiça, a maior barreira na Justiça vai ser o registro no Orgão Competente .
Eu sei de um caso de 01 candidata (3º grau em Quimica) que passou para Técnico em Química em São José dos Campos(SJC), ela foi desclassificado, entrou na Justiça auxiliado com o SINDIPETRO de SJC e Ganhou!!!!
"OBSERVAÇÃO", no dia da audiência a Peroba não foi , correu á REVELIA, com Admissão Imediata na sentença, ela trabalha á 02 anos em SJC.
A Peroba recorreu, e está brigando em outras Instâncias.
Conheço mais dois caso que correm na justiça, á mais de 03 anos e até agora nada...
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Picolino » Qua 27/Fev/2013, 9:37 am

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qua 27/Fev/2013, 4:59 pm

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qua 27/Fev/2013, 5:05 pm

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Avatar » Qua 27/Fev/2013, 9:00 pm

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Picolino » Qua 27/Fev/2013, 9:28 pm

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