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Fórum dos Aprovados no Sistema Petrobras • Exibir tópico - TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Fórum de discussão sobre os PSPs da TBG - Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A.

Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007

Mensagempor Rato Cinza » Seg 08/Out/2012, 1:55 pm

Terceirização mata 16 trabalhadores petroleiros em um ano

De setembro de 2011 a setembro de 2012, a Petrobrás contabilizou 18 mortes por acidente de trabalho. Das quais, 16 de trabalhadores terceirizados. O último assassinato das empresas terceirizadas ocorreu no dia 13 de setembro, em Sergipe.

A Petrobrás hoje é a terceira maior empresa de energia do mundo. Uma das maiores empresas da América Latina e do Brasil. Uma verdadeira gigante, quando se diz respeito a financiamento interno no Brasil e propulsora da economia, em especial após a descoberta da camada pré-sal, que se tornou o motivo de sonhos e desejos de vários países imperialistas.

A empresa, desde a famigerada lei 9478/97, que acabou com o monopólio estatal do petróleo, abriu de vez as portas para a terceirização. Hoje, já se identifica um alto nível de terceirização em diversos setores, alguns destes estratégicos: alimentação, análise laboratorial, Almoxarifado, Cimentação e complementação de poços, Montagem e construção de projetos, informática, limpeza predial, manutenção (predial, mecânica, caldeiraria, soldagem, elétrica, instrumentação, refratários, isolamentos térmicos e de inspeção de equipamentos), movimentação de cargas, perfuração e perfilagem de poços, operação de sondas, serviços médicos e administrativos, transporte, utilidades e vigilância.

Estima-se que mais de mil empresas prestam serviços a Petrobrás. Em duas de suas refinarias, a terceirização representa mais de 70% dos trabalhadores. No setor de análise de amostras, chega ao absurdo de 80%. A terceirização na Petrobrás desde 1995 já matou mais de 300 trabalhadores. Inúmeros são os trabalhadores que foram mutilados e invalidados.

Esse quadro da terceirização nos mostra claramente qual o caminho a seguir: desenvolver uma campanha nacional pelo fim das terceirizações, tanto nas atividades fins como nas atividades meio.

A terceirização representa, no fundo, a superexploração da força de trabalho, ceifando direitos trabalhistas e impedindo a capacitação adequada dos trabalhadores. O resultado: cada vez mais acidentes e mortes de trabalho.

A melhor forma de acabar com a mazela da terceirização na Petrobrás e no Brasil é organizar esses milhares de trabalhadores para lutar por melhores condições de trabalho, capacitação profissional e salário decente.

Vanieverton Albuquerque
Fonte: Observatório Social

http://averdade.org.br/2012/10/terceiri ... em-um-ano/
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007

Mensagempor Rato Cinza » Sex 30/Nov/2012, 3:57 pm

TBG “pedindo arrego” :YMPRAY: no Supremo... =)) :YMPARTY:

AGRAVO DE INSTRUMENTO 832.915 RIO DE JANEIRO
RELATOR :MIN. DIAS TOFFOLI
AGTE.(S) :TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO
BOLÍVIA-BRASIL S/A - TBG
ADV.(A/S) :LEONARDO FIAD E OUTRO(A/S)
AGDO.(A/S) :XXXXXXXXXXXXXXXXXXX
ADV.(A/S) :MARCO ANTONIO ANDRADE DE OLIVEIRA E OUTRO(A/S)

DESPACHO:
Vistos
Homologo, para que surta seus efeitos de direito, o pedido de desistência do agravo de instrumento em recurso extraordinário apresentado por Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A. - TBG, nos termos do artigo 21, inciso VIII, do Regimento Interno deste Supremo Tribunal Federal.

Transitada esta em julgado, baixem os autos à origem.
Publique-se.
Brasília, 18 de outubro de 2012.
Ministro DIAS TOFFOLI
Relator
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007

Mensagempor lalibh » Ter 05/Fev/2013, 4:28 pm

Pessoal,

Encontrei o seguinte texto sobre a TBG no FÓRUMCW. Alguém tem alguma notícia sobre a ação civil pública?

Grata.





Olha uma boa decisão do TJ RJ


Ao realizar concurso público para preenchimento de cadastro de reserva para o cargo de advogado sênior, a TBG externou aos concorrentes a manifesta e incontornável intenção de formar um cadastro de candidatos previamente selecionados em concurso publico de provas e títulos para nomeação e posse no momento de disponibilidade de vagas correspondentes.

Evidente que a simples aprovação no certame, ainda mais se tratando de cadastro de reserva, não geraria direito subjetivo aos aprovados caso as vagas não existissem.

Ocorre que o referido concurso, com prazo inicial de validade de seis meses, já teve a prorrogação semestral efetivada exclusivamente em decorrência de ação de iniciativa do Ministério Público, posto que nem isso se propôs a fazer espontaneamente.

Realizada a prorrogação e expirado o novo período semestral, não convocou os candidatos aprovados e, após três meses, realizou novo certame, agora para ingresso no mesmo cargo de advogado sênior.

Durante todo o período de validade formal do concurso, a TBG valeu-se de advogados contratados ou cedidos de outras empresas, o que demonstra a disponibilidade dos cargos e necessidade dos serviços.

As provas carreadas pelo apelante comprovam à exaustão a utilização de advogados contratados e cedidos para o exercício da atividade para a qual foi aprovado.

O apelante obteve o 1º (primeiro) lugar na relação dos aprovados no concurso, o que demonstra sua capacitação efetiva.

Na hipótese concreta, embora o edital não especificasse o quantitativo de vagas, o exercício da atividade objeto do concurso por profissionais não submetidos a seleção pública demonstra a disponibilidade dos cargos e a burla ao comando constitucional da acessibilidade pelos critérios constitucionalmente definidos, aos quais está incondicionalmente submetida a TBG em face de sua condição de sociedade de economia mista, assim abarcada pelo regramento do artigo 37, II CRFB.

Durante todo o prazo de vigência e validade formal do concurso para preenchimento do cadastro de reserva, as vagas já existiam e a necessidade do serviço também, tanto que exercidos por profissionais sem provimento regular.

A execrável estratégia de aguardar o término do prazo editalício para, três meses depois, abrir novo concurso não tem qualquer justificativa técnica, tanto que não foi objeto de esclarecimento especifico por parte da apelada, que limitou sua defesa às argumentações genéricas e abstratas de discricionariedade da administração pública, o que não se sustenta em um estado democrático.

Embora não se possa demonstrar conclusivamente a intenção de favorecimento a algum candidato, os indícios são consistentes, até pela falta de justificativa pertinente para tal conduta, que afetou incontornavelmente o direito dos aprovados no concurso original.

A postura inexplicável da empresa, além de macular princípios insuperáveis da Carta Constitucional, como impessoalidade, isonomia e livre acesso aos cargos públicos, atenta contra a boa-fé, que deve ser preservada e assegurada pela administração pública, direta ou indireta, em respeito à população como um todo e aos candidatos em particular, mormente aqueles que lograram aprovação e ostentam legitimo interesse em obter a nomeação e posse como conseqüência de seu êxito no certame público.

Na situação concreta, não se trata de mera expectativa de direito, mas autêntico direito subjetivo de ver assegurado um resultado obtido legitimamente.

Frise-se que o apelante foi classificado em primeiro lugar do concurso, tendo se desligado de emprego anteriormente exercido ante as sucessívas promessas de próxima nomeação.

Em que pese a discricionariedade que norteia a administração pública acerca de aspectos sobre a convocação de candidato aprovados em concurso público, especialmente para cadastro de reserva, no caso concreto está obrigada a assegurar posse ao candidato aprovado em
primeiro lugar.

Trata-se de direito subjetivo do autor e não de faculdade da administração pública.
lalibh
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007

Mensagempor Rato Cinza » Qua 06/Fev/2013, 7:16 pm

lalibh,

1) ACPU do MPT/RJ do PSP/2005 deverá ter o Agravo de Instrumento no Recurso de Revista imposto pela TBG julgado no TST.

2) ACPU do MPT/SC do PSP/2007 deverá ter o Recurso de Revista imposto pela TBG julgado no TST.

Abraços.
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007

Mensagempor lalibh » Qui 07/Fev/2013, 8:00 am

Rato Cinza,

Obrigada pela informação. Espero que, um dia, a Justiça obrigue a TBG a pagar pelos seus atos.

Abs.
lalibh
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007

Mensagempor Fabricio Granette » Qui 07/Fev/2013, 11:24 am

Prezados,

Estou postando pela 1ª vez no fórum, que encontrei recentemente quando buscava informações de concursos da TBG. Fiz o concurso recente (2012) e sou o 2º do CR, uma vez que o meu cargo (Administrador) foi contemplado com 2 vagas e que estas já se encontram preenchidas. Temo que a história se repita, pois desde Agosto/12 não há qualquer ação para convocação do cadastro existente. Como o meu concurso vence em julho/13, gostaria da opinião de vcs, que batalham há alguns anos para ter o direito reconhecido, se poderia fazer algo para conseguir ser contratado, considerando a presença de 3º ocupando o nosso espaço no sistema Petrobras.

Desde já agradeço a atenção e peço desculpas por entrar no fórum mesmo não sendo do PSP 2005 e 2007.
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007

Mensagempor Rato Cinza » Sex 08/Fev/2013, 4:04 pm

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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor CATARINENSE » Sáb 16/Fev/2013, 2:56 pm

ACPU/SC AGORA ESTÁ NO TST
15/02/2013
Conclusos para voto/decisão (Gabinete do Ministro Walmir Oliveira Da Costa)

PREZADOS, ESTA É A INFORMAÇÃO QUENTINHA DE 2013
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor lalibh » Dom 17/Fev/2013, 12:28 pm

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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qua 20/Fev/2013, 12:32 pm

Mais um entrando na TBG. E dá-lhe paulada!!! :ymapplause:

Esse é Contador Júnior, seu processo transitou em julgado no TST dia 05/02... Vejam o de acesso ao processo e à última decisão (ED).



TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO

PROCESSO Nº TST-AIRR-862-25.2010.5.24.0002 - FASE ATUAL: ED

A C Ó R D Ã O

5ª Turma

EMP/rb/ebc

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. VÍCIOS. INEXISTÊNCIA.

Não evidenciado qualquer dos vícios especificados nos artigos 535 do CPC e 897-A da CLT, não se viabiliza a oposição dos embargos de declaração.

Embargos de declaração rejeitados.

Vistos, relatados e discutidos estes autos de Embargos de Declaração em Agravo de Instrumento em Recurso de Revista n° TST-ED-AIRR-862-25.2010.5.24.0002, em que é Embargante TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLIVIA-BRASIL S/A e Embargado XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX.

A reclamada opõe embargos de declaração em face do acórdão da 5ª Turma do TST, indicando os vícios previstos nos artigos 897-A da CLT e 535 do CPC.

É o relatório.

V O T O

Conheço dos embargos de declaração, porque tempestivos e regulares.

A reclamada opõe embargos de declaração ao acórdão proferido pela 5ª Turma do TST, aduzindo ter havido omissão quanto ao tema Competência Material. Justiça do Trabalho. Gasoduto Bolívia-Brasil Concurso Público. Cadastro de Reserva. Nomeação. Direito. Pré Contrato.

Sustenta que o acórdão embargado ao entender a Embargante como subsidiária de uma sociedade de economia mista, partiu de premissa fática equivocada, porque ela não é subsidiária de uma sociedade de economia mista, mas apenas controlada por uma, com a qual não pode ser confundida em sua natureza jurídica. Diz que não se pode deixar de considerar que ela se sujeita ao regime jurídico próprio das empresas privadas no que se refere aos seus direitos e obrigações trabalhistas.

Afirma que, em razão dessa autonomia, não pode o Judiciário determinar a contratação de candidato aprovado para a formação de cadastro de reserva, sem vagas previstas do edital, quando ele passa a ser titular apenas de uma expectativa de direito à contratação: ao contrário, deve-se preservar a discricionariedade da Companhia na deliberação sobre o seu quadro de pessoal.

Assevera, ainda, que o acórdão embargado é silente a respeito dos argumentos trazidos pela Embargante no sentido de que não está submetida à ordem constitucional de promover concursos públicos para a contratação de seus empregados.

Diz que somente nos casos em que se constate a ocorrência de terceirizações ilícitas, poderia um candidato aprovado em um processo seletivo invocar um suposto "direito subjetivo à contratação". Se, ao contrário, a terceirização é lícita, não há que se falar em direito à contratação, visto que, nesse caso, simplesmente não há que se falar em preterição.

Indica violação dos arts. 37, II, e 173, 1º, da Constituição Federal. Aponta contrariedade à Súmula nº 331 do TST. Traz arestos para confronto de teses.

Não há qualquer vício a ser sanado.

Ficaram devidamente consignados no acórdão embargado os fundamentos para se entender que não houve afronta do art. 173, § 1º, da Constituição Federal. Inarredável que a subsidiária de sociedade de econômica mista, caso dos autos, deve pautar-se por estrita observância dos princípios norteadores da Administração Pública. Daí porque a ora embargante não desfruta de autonomia administrativa com a mesma amplitude de atuação peculiar à companhia dotada de índole puramente privada.

Também, não existiu ofensa direta ao artigo 37, II, da Constituição Federal, haja vista que o dispositivo constitucional em foco trata de investidura em cargo ou emprego público e não dos efeitos advindos da inobservância dos princípios ali previstos.

Por fim, ficou consignado no acórdão embargado que a solução da lide não perpassou pela licitude, ou não, da contratação de empresa terceirizada, senão pelo reconhecimento do direito subjetivo do embargado à investidura no emprego público, em virtude de prévia submissão a concurso público, elaborado pelo embargado, sobre o qual não há notícia da coima de irregularidade alguma.

Assim, verifica-se que o embargante tenta desconstituir decisão que lhe foi desfavorável, e não sanar irregularidade, uma vez que inexistente.

Nos termos do artigo 897-A da CLT, os embargos declaratórios cabem tão somente quando houver obscuridade ou contradição no acórdão, for omitido ponto sobre o qual o Tribunal devia pronunciar-se ou houver manifesto equívoco no exame dos pressupostos extrínsecos do recurso - hipóteses que não se configuram no presente caso.

Assinala-se, ainda, que o vício que o embargante entende haver no acórdão somente poderia caracterizar error in iudicando, passível de modificação apenas por recurso próprio.

Logo, não havendo qualquer dos vícios especificados no artigo 897-A da CLT e não sendo o presente recurso expediente para a parte manifestar seu inconformismo a respeito da decisão proferida, rejeito os embargos declaratórios.

Rejeito.

ISTO POSTO

ACORDAM os Ministros da Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, por unanimidade, rejeitar os embargos de declaração.

Brasília, 28 de novembro de 2012.

Firmado por assinatura digital (Lei nº 11.419/2006)

Emmanoel Pereira

Ministro Relator

fls.

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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qui 21/Fev/2013, 11:50 am

E mais outra na TBG. A companhia judiciária de limpeza da terceirização vem fazendo cerão na TBG... :D

Mais um Acórdão importante, pois, lança mão da teoria da distribuição dinâmica do ônus da prova (Art. 333 do CPC), já que a aprovada é parte hipossuficiente no processo.

Vejam o de acesso ao processo e à última decisão (ED).


TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO
NONA CÂMARA CÍVEL
Emb. Decl na Apel Cível nº 0202927 – 98.2010.8.19.0001
Desembargador CARLOS SANTOS DE OLIVEIRA

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ACÓRDÃO PROFERIDO NA APELAÇÃO CÍVEL. OMISSÃO, CONTRADIÇÃO OU OBSCURIDADE INEXISTENTES. O RECURSO DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NÃO É MEIO ADEQUADO PARA SE REDISCUTIR MATÉRIA JÁ DECIDIDA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO.

VOTO DO RELATOR

Trata-se de Embargos de Declaração oferecidos em face de acórdão que, por unanimidade, deu provimento ao recurso de Apelação interposto pela ora embargada, para o fim de compelir a ré/embargante a nomear e empossar a autora no cargo para o qual concorrera.

Ressalte-se que todas as questões relevantes para a decisão foram enfrentadas e resolvidas pelo acórdão, de sorte que não há nele nenhuma omissão, obscuridade ou contradição a ser sanada. O juiz não está obrigado a se manifestar especificamente sobre todos os pontos das razões apresentadas pelas partes.

A propósito:

“Não há falar em omissão, nem ausência de fundamentação, na apreciação das questões suscitadas, quando o Tribunal a quo, ao solucionar a controvérsia, bem delineia todas as matérias a ele submetidas” (STJ, 6ª Turma, Resp 445399/MG, Rel. Min. Fernando Gonçalves, DJ 24.2.2003).

No tocante a alegação de extemporaneidade da apelação, em contrário ao sustentado pela parte embargante no sentido da necessidade de reiteração das razões recursais de Apelação após a decisão dos Embargos de Declaração, tendo sido oferecido o recurso integrativo pela própria apelante e negado provimento ao mesmo, a exigência de reiteração das razões recursais torna-se desnecessária, na medida em que a sentença apelada não restou modificada pelo recurso aclaratório.

No que tange ao alegado no sentido da necessidade de prova da identidade entre as atividades terceirizadas e as atribuições do emprego postulado pela demandada, conforme destacado pelo acórdão embargado, o só fato da atribuição de nomenclatura não perfeitamente idêntica para as funções desempenhadas pelos terceirizados não se presta a afastar a conclusão no sentido de tratar-se de atribuições semelhantes àquelas para as quais concorrera a demandante.

Neste particular, em razão da manifesta hipossuficiência técnica da demandante que não tem como adentrar na complexa estrutura organizacional da ré, a prova do fato desconstitutivo do direito autoral deveria ter sido realizada por esta última, na forma do artigo 333, II do Código de Processo Civil. Ao não se valer a demandada da pertinente prova a comprovação do fato desconstitutivo da pretensão autoral, deixa a mesma de afastar a referida conclusão acerca da similitude de atribuições, bem como, a da ocorrência da preterição da demandante. Neste aspecto não há falar-se em prova de fato negativo, nem em indevida inversão do ônus probatório, tampouco, em violação aos princípios do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal, tendo em vista, repita-se, tratar-se de fato desconstitutivo do direito da autora que deveria ter sido objeto de prova pela parte ré.


A questão alegada no sentido da inocorrência de ilicitude nas contratações e terceirizações pela embargante não procede diante da constatação da ocorrência de preterição, conduta, esta, ofensiva aos princípios da boa-fé administrativa, razoabilidade, lealdade, isonomia e segurança jurídica, além de imoral e irrazoável, conforme destacado pelo acórdão embargado.

A alegação no sentido de não integrar a embargante a estrutura da Administração Pública e, como tal, não sujeita as regras do concurso público também não procede, na medida em que, em sentido amplo, notadamente diante do controle realizado pela Petrobrás e, indiretamente pelo Poder Público, há de ser considerada a mesma como integrante da Administração Pública. Por sua vez, ao optar pela realização de certame seletivo para o provimento de cargos, deve a embargante/ré se sujeitar a normatização existente acerca dos concursos públicos.

No tocante a alegação de autonomia privada da embargante e de impossibilidade do Judiciário obrigar a efetivação de contratações diante da inexistência de vagas no edital, tais aspectos não podem inviabilizar acerca da legalidade ou não do ato praticado, principalmente, diante da constatação da violação de diversos princípios referentes à atividade administrativa, repita-se, boa-fé, razoabilidade, lealdade, isonomia, segurança jurídica, razoabilidade e moralidade, o que, inequivocamente, pode e deve ser realizado pelo Poder Judiciário.

Ante o exposto o que se verifica é que a argumentação recursal ora analisada denota manifesto inconformismo da parte embargante com a conclusão adotada pelo julgado, razão pela qual não pode ser acolhida, na medida em que os Embargos de Declaração não constituem meio adequado para obter o reexame de matéria já decidida.

Por tais razões, conheço e rejeito os Embargos de Declaração interpostos.

ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos estes autos de Embargos de Declaração na Apelação Cível nº 0202927 – 98.2010.8.19.0001, em que é embargante TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLÍVIA BRASIL S/A TBG e embargada XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX,

ACORDAM os Desembargadores da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, por unanimidade, em conhecer do recurso e negar-lhe provimento, nos termos do voto do Relator.

Rio de Janeiro, 15 de maio de 2012.

Desembargador CARLOS SANTOS DE OLIVEIRA
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor lalibh » Qui 21/Fev/2013, 5:03 pm

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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor EuNemLigo » Qui 21/Fev/2013, 9:48 pm

Meu Honrado Brother Rato Cinza. Me esclareça uma dúvida que eu acredito que vários candidatos devam ter também.
Eu também participei deste concurso da TBG, o cargo que eu prestei também era Cadastro de Reserva. Foi convocado 04 candidatos, 03 foram contratados estes já trabalhavam na TBG com cargo de nível inferior, e o 1º lugar foi desclassificado por não cumprir as exigências de Edital este candidato nunca trabalhou na TBG.
Na época eu incentivei ele á entrar com uma denuncia no MPT, ele ficou tão decepcionado perdendo a vontade de trabalhar nesta Empresa.
Eu fiquei em 8º colocação.
Um ano depois que venceu o prazo do concurso, encontrei um colega(trairão) que e estava trabalhando de terceirizado na TBG, este trairão tinha sido contratado pela TBG quando faltava 03 meses para vencer o concurso , este trairão sabia que eu era aprovado em concurso, sabia que eu tinha esperança de ser convocado e me negou esta informação na época. Ele me contou que tinha mais de 12 terceirizados trabalhando naquela vaga que eu fui aprovado ,inclusive este TRAIRÃO trabalhava no mesmo cargo que o meu.
Agora te pergunto meu grande amigo Rato Cinza, eu já estou com uma ação contra a Petrobras de um concurso recente.
Se eu entrar com uma ação contra a TBG 03 anos depois de ter vencido o concurso , será que vou ter êxito??? Será que adianta endossar esta ação, juntamente com uma denuncia no MPT, MPF e TCU.
Dá umas dicas para nos meu brother. :thumbup:
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qui 21/Fev/2013, 11:25 pm

EuNemLigo,

eu entraria. Já tens isso de cara. Ai você pode observar o praza decenal previsto no Código Civil:

Art. 205. A prescrição ocorre em dez anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor.

Existem decisões do STJ usando isso. Veja:

"CONCURSO PÚBLICO. PETROBRÁS. AÇÃO AJUIZADA APÓS O TERMO FINAL DO CERTAME. POSSIBILIDADE. PRESCRIÇÃO DECENAL DO DIREITO AUTORAL. CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS. PRETERIÇÃO DO CANDIDATO APROVADO. ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. DIREITO ASSEGURADO À RESERVA DE VAGA E À CONVOCAÇÃO PARA AS ULTERIORES ETAPAS DO CERTAME, INCLUSIVE NOMEAÇÃO,POSSE E INVESTIDURA, UMA VEZ APROVADO DEFINITIVAMENTE NO CONCURSO. POSSIBILIDADE DE DEFERIMENTO DA MEDIDA ANTECIPATÓRIA.

1. O advento do termo de validade do certame não obsta a pretensão aventada pelo candidato, muito pelo contrário, somente com o término do prazo de validade do certame é que foi possível ao candidato classificado comprovar decisivamente a sua preterição.
2. A prescrição do direito autoral no caso específico dos autos submete-se ao prazo decenal entabulado no artigo 205 do Codex Civilis.
3. A contratação temporária de terceiros pela PETROBRÁS, mediante terceirização de funções, evidencia a necessidade de preenchimento do cargo, impondo a convocação do candidato aprovado em quadro de reserva no concurso público pertinente.
4. No caso em tela, verifica-se que a contratação terceirizada retirou dos aprovados ao menos 40 (quarenta) vagas, ao passo que o Recorrido, aprovado em 11º (décimo primeiro) lugar, pode ter seu direito efetivado, independente da iniciativa ou inércia dos candidatos classificados à sua frente, pois a inatividade dos outros classificados não pode representar óbice à satisfação do direito de quem recorreu à Justiça.
5. Não se afigura ilegal a Decisão antecipatória que determina a nomeação do candidato de forma precária, assegurando-lhe o direito à reserva de vaga e à convocação para as demais etapas do certame, inclusive nomeação, posse e investidura no cargo, uma vez definitivamente aprovado no concurso".
(STJ.Ag 1398319. Relator(a) Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES. Publicada em 7.6.2011).

Procure aqui mesmo no fórum por "codex" que você encontrará outras coisas. Acho que no site também temos.

Além disso, pode usar também o princípio da inafastabilidade da jurisdição, previsco no Art. 5 inciso XXXV:

Art. 5º. XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;

Terá que ir de Ação de Obrigação de fazer. E sobre o interesse de agir. Copio um despacho de um colega que abriu o processo dois anos após o fim do prazo de validade?

"Rejeito a preliminar de falta de interesse de agir. O interesse de agir, segundo a boa doutrina, é consubstanciado pela necessidade de ingresso em juízo, para a obtenção do bem da vida visado, e também pela utilidade e adequação da via procedimental eleita. Na hipótese, há interesse de agir na medida em que há, ao menos em tese, pretensão resistida, o que se percebe pelo conteúdo da contestação, justificando-se a intervenção do Poder Judiciário para a solução da controvérsia."

Dá uma revisada no site e também nos primeiros posts do PSP-2011 da Petrobras, onde você participa. Posso ter esquecido algo neste momento.

Abraços.
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qui 21/Fev/2013, 11:42 pm

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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor EuNemLigo » Sex 22/Fev/2013, 4:27 pm

Brother Rato Cinza , só nesta postagem você escalreceu dúvidas de dezenas de pessoas.
Grato de coração... Deus abençoe á você e toda a tua família , por este dom maravilhoso de ajudar as pessoas. :thumbup:
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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Sex 22/Fev/2013, 11:21 pm

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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Sáb 23/Fev/2013, 8:19 pm

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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Seg 25/Fev/2013, 7:49 pm

E pimba na Transpetro, no Tribunal Superior do Trabalho... =)) =)) =))



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Re: TBG PSP - 01/2005 e PSP - GEPE 01/2007 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qua 27/Fev/2013, 5:01 pm

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