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Fórum dos Aprovados no Sistema Petrobras • Exibir tópico - PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Fórum de discussão sobre o PSP-2011/1 e o PSP-2011/2 da Petrobras

Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qui 20/Fev/2014, 5:23 pm

E pimba na Petrobras, lá no TST. =)) =)) =))

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor caiorios » Dom 23/Fev/2014, 6:54 pm

Boa noite,

Eu li a notícia do processo acima postado Pelo Rato Cinza. É praticamente o mesmo caso que o meu! Eu diria que as únicas diferenças são:

1) Existência de um candidato na minha frente que também não foi chamado.
2) Eu ser o próprio caso de terceirização.
3) O caso em questão ser de atividade fim. E dai me surgiu uma dúvida, as atividades de assistência social são atividade fim da empresa?

Eu espero, seriamente, que o TST use a porcaria da jurisprudência para julgar o processo favorável a mim. Caso contrário eu vou realmente desistir de entender esse sistema.
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Dom 23/Fev/2014, 9:07 pm

caiorios,

basicamente a atividade fim é definida pela Súmula 331 do TST e pelo Decreto 2.271/1997. Resumidamente, os cargos que constam no plano de cargo da não podem ser terceirizados.

Leia atentamente os ARGUMENTOS LEGAIS do nosso site.

http://aprovadosnosistemapetrobras.tk/

Os julgamentos do TST de RR ou AIRR não levam em conta apenas divergência jurisprudencial. É preciso observar se você teve decisões disfavoráveis por conta de uma suposta FALTA de provas. São questões muito diferentes. Me mande o seu acórdão por MP que te responderei.

Abraços.
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Natofla12 » Ter 25/Fev/2014, 9:48 pm

A Peroba mais uma vez passou por cima de todos e até do MPT e abriu o edital 1.2014 inclusive colocando 4 vagas para o nosso cargo de técnico de segurança jr no pólo Macaé, mais um absurdo, onde eles estão até hoje se defendendo nos TJ da vida dizendo que não existia vagas, etc, e agora vem com esse edital.

http://www.pciconcursos.com.br/concurso ... 1132-vagas

Att,

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qui 27/Fev/2014, 10:27 am

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor VASO » Sex 28/Fev/2014, 11:12 am

Quando o juiz de 1º grau de um TJ concede a tutela antecipada e uma indenização para Peroba, ela ainda pode recorrer, e nesse caso, seremos chamados para ingresso na empresa mesmo ela recorrendo.

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Seg 17/Mar/2014, 11:17 pm

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Natofla12 » Seg 24/Mar/2014, 9:44 pm

Mais uma vitória de mais uma técnica de segurança do trabalho de nosso grupo do pólo Macaé, paulada na Petrobras pelo TJ/RJ



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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Augusto » Qui 03/Abr/2014, 12:44 am

Ola Prezados companheiros, os quais devo muito

Graças à Deus as coisas, depois de uma longa batalha para conseguir documentos, testemunhas, bater numa porta, bater em outra. Agora sinto que as coisas estão fluindo.
Gostaria de compartilhar nossa vitória parcial na justiça do trabalho.
Por favor, emitam comentários.

2ª VARA DO TRABALHO DE PAULÍNIA-SP

S E N T E N Ç A
I - RELATÓRIO
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx, ajuizou a presente ação trabalhista em desfavor PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRÁS, também qualificada, alegando, em síntese, que participou de certame público realizado pela ré (PSP-1/2011), destinado ao preenchimento de uma vaga imediata para técnico de manutenção junior, constando, ainda, no edital a formação de cadastro de reserva, para o preenchimento de vagas futuras, se o caso. Sustenta, que foi convocado para participar de todas as etapas que antecedem a contratação e, após realizar exames médicos e passar pela etapa biopsicosocial, recebeu da ré ASO, com a informação de que o mesmo estava “apto” para futura contração, a qual foi frustrada, em razão da ré terceirizar, ilicitamente, sua atividade fim, permitindo que empregados da terceirizada desempenhem as funções para as quais deveria ter sido contratado. Assevera, por fim, que a frustração de sua contratação lhe ocasionou danos morais. Formulou os pedidos elencados na petição inicial. Atribuiu à causa o valor de R$ 30.000,00 ( trinta mil reais) Apresentou procuração e documentos. Regularmente notificada a ré compareceu à audiência, tendo apresentado previamente, defesa escrita com documentos, arguindo preliminares. No mérito impugnou os pedidos da inicial e postulou a improcedência da ação.Depois de colhidos o depoimento de uma testemunha, sem mais provas, foi declarada encerrada a instrução processual. Razões finais remissivas pelas partes. Recusada a derradeira proposta conciliatória.
É o relatório.
II - FUNDAMENTAÇÃO
PRELIMINARES
INCOMPETÊNCIA MATERIAL
Suscita a ré a incompetência material desta Justiça Especializada para análise e julgamento da ação proposta, uma vez que tal questão se refere processo seletivo realizado, não envolvendo, assim, litígio entre empregado e empregador.
Razão não assiste à ré.
O artigo 114, I da Constituição Federal, aletado pela Emenda Constitucional n.º 45, assim dispõe: “as ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.” (destaquei)
É cediço que o conceito de relação de trabalho mencionado no artigo supramencionado é mais amplo do que o de relação de emprego, envolvendo também a fase pré- contratual, como no caso em espeque.
Em ação idêntica a ora proposta , assim decidiu o C. TST:
Ementa: COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO - CANDIDATO APROVADO EM CONCURSO PÚBLICO - FASE PRÉ-CONTRATUAL. O fato de o pedido versar sobre convocação de candidato aprovado em concurso público, realizado pela Petrobras, sociedade de economia mista, questão relativa à fase pré-contratual, não retira a legitimidade desta Justiça para examiná-lo. A Emenda Constitucional 45/2004 atribuiu a esta Justiça competência para processar e julgar ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A relação de trabalho, em sua constituição sistemática, divide-se em três fases distintas: Fase Pré-Contratual, Fase da Execução do Contrato e Fase Rescisória ou Pós-Contratual. Conforme leciona Campos Batalha, "tudo quanto se relacione com o contrato de trabalho, quer tenha havido, quer não tenha havido prestação de serviços, está sujeito à jurisdição especial, como também a fase pré-contratual - as conseqüências do pré-contrato não cumprido - (p. ex., empregados contratados no exterior que não são admitidos a emprego quando chegados ao País), e a fase ultracontratual (p. ex., complementação de aposentadoria e hipóteses análogas."(in Tratado de Direito Judiciário do Trabalho, vol. I, 3ª Ed., Editora Ltr, SP, 1995, p. 340). Trata-se de situações que, embora antecedentes ou posteriores à efetiva formalização do contrato de emprego ou da relação de trabalho propriamente dita, geram efeitos jurídicos (art. 422 do Código Civil), daí por que, ainda que digam respeito a ato administrativo, não transmudam a natureza trabalhista do litígio. Nesse contexto, e considerando que a relação futura do candidato será regida pela CLT, não se mostra razoável atribuir à Justiça comum competência para exame do feito. Intactos, pois, os artigos 114 da Constituição Federal e 113, § 2º, do CPC. Recurso de revista não conhecido. (...)” TST – 4ª Turma - Relator Ministro Milton de Moura França - RR-087800-04.2009.5.07.0011 - Julgado em 09.11.2011 -Acórdão publicado em 18.11.2011 (Destaquei)
Em sendo assim, rejeito a preliminar arguida.
INCOMPETÊNCIA EM RAZÃO DO LUGAR
A ré apresentou exceção de incompetência em razão do lugar, por entender que a ação ora proposta, deveria ser ajuizada no lugar de sua sede, ou seja, a Comarca do Rio de Janeiro.
Pois bem.
O caput do artigo 651 da CLT, assim dispõe: “Art. 651 - A competência das Juntas de Conciliação e Julgamento é determinada pela localidade onde o empregado, reclamante ou reclamado, prestar serviços ao empregador, ainda que tenha sido contratado noutro local ou no estrangeiro.”
Em sendo assim, como o autor prestará serviços nesta cidade de Paulínia, uma vez que o concurso realizado se destina ao preenchimento de vaga no polo industrial desta cidade, este Juízo é competente para analisar não só a fase contratual, mas também as fases pré-contratual e pós contratual do contrato de trabalho.
Rejeito, pois, a preliminar suscitada.
MÉRITO
Sustenta o autor que foi aprovado em concurso realizado pela ré (PSP-1/2011), no qual foi classificado na 5ª colocação. Expôs que os candidatos aprovados até a 4ª colocação já foram nomeados e, que, em que pese ter sido convocado para participar de todos as fases que antecedem a contratação, tendo, inclusive, sido considerado apto para o trabalho, após a realização de exame médico e psicológico, teve sua convocação frustrada em razão da ré, ilegalmente, ter contratado empresa terceirizada (Sigmatronic Tecnologia Aplicada Ltda) para a realização de todas as tarefas que por este seriam desenvolvidas. Postula, assim, sua imediata contratação, com efeitos retroativos a 09/01/2012 (data em que realizou o último exame médico), com os recebimentos de todas as vantagens provenientes de tal admissão, inclusive, inclusão retroativa no plano de previdência fechada, com o salário a que faria jus, caso tivesse recebido as promoções que lhe seriam devidas.
A ré defende-se no sentido de que o autor não faz jus à contratação, uma vez que possui mera expectativa de direito, já que ocupou vaga destinada à formação de cadastro de reserva. Alega, ainda, que o autor participou da etapa biopsicossocial, apenas, na condição de suplente, ou seja, só seria convocado no caso de desistência ou eliminação de candidatos mais bem colocados. Infirma, ainda, a alegação de que teria contratado empresa para realizar tarefas que seriam cumpridas por concursados, já que as tarefas realizadas pela terceirizada acima mencionada eram de menor complexidade. E por, fim, defendeu a impossibilidade do Judiciário criar vagas, tendo em vista, que as mesmas são criadas utilizando critérios de conveniência e oportunidade.
Parcial razão assiste ao autor.
É cediço que o candidato aprovado dentro do número de vagas possui direito subjetivo à nomeação e posse, consoante se estrai do inciso IV, do artigo 37 da Constituição Federal e, conforme sedimentado pela Súmula n.º 15 do STF.
Analisando o edital referente ao certame do qual participou o autor (PSP/1/2011), verifico que o mesmo embora faça menção acerca da existência de cadastro de reserva, nada diz sobre a figura do suplente.
Depreende-se, ainda, do referido edital que a convocação para a realização da qualificação biopsicossocial ocorreria de acordo com a necessidade de vagas, conforme se extraí de sua cláusula 10.2, que assim dispõe: "O preenchimento das vagas obedecerá rigorosamente à ordem de classificação final, por cargo/polo de trabalho, publicada no Diário Oficial da União. As convocações para a realização da qualificação biopsicossocial dar-se-ão de acordo com as necessidades de preenchimento de vagas. (negritei)"
Não bastasse tal fato, o autor obteve êxito em demonstrar que, os empregados da terceirizadas, desempenhavam as mesmas funções que os empregados da Petrobras, conforme relatou a testemunha ouvidas, Sr. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx:
"que trabalha na reclamada desde 07/05/1984, como funcionário concursado, atualmente como técnico de operação pleno; reperguntas do(a) ilustre(a) patrono do(a) reclamante: que o depoente tem contato com os técnicos de instrumentação, através da liberação de serviços e permissão de trabalho; que não há diferenças entre o trabalho realizado pelos técnicos de instrumentação terceirizados e os concursados da reclamada; que a liberação de serviço e a permissão de trabalho para os terceirizados e para os concursados da reclamada são iguais; que o tipo de trabalho realizado pelos terceirizados e concursados da reclamada, é o mesmo. Nada mais." (destaquei).
Em sendo assim, como o autor seria o próximo na ordem de classificação a tomar posse, evidente que a contratação da empresa terceirizada frustrou sua contratação.
Desta forma, não tendo a ré observado os princípios que norteiam a administração pública, ao contratar terceirizadas para realizar atribuições próprias de empregados públicos efetivos, fez nascer para os concursados o direito subjetivo à contratação.
Neste sentido é julgado abaixo transcrito:
“Não obstante, ainda que fosse o caso de conhecimento da insurgência, a tese do acórdão recorrido encontra amparo na jurisprudência deste Supremo Tribunal Federal, sendo certo que, ultrapassar o entendimento que a concretizou na instância ordinária, demandaria reexame de fatos e provas, atraindo para o caso o óbice da Súmula n.º 279 desta Suprema Corte. Com efeito, entende-se que a ocupação precária, por comissão OU TERCEIRIZAÇÃO, de atribuições próprias do exercício de cargo efetivo vago, para o qual há candidatos aprovados em concurso público vigente, configura ato administrativo eivado de desvio de finalidade, equivalente a preterição da ordem de classificação no certame, fazendo nascer para os concursados o direito à nomeação, por imposição do artigo 37, inciso IV, da Constituição Federal. Nesse sentido, proferiram-se as seguintes decisões monocráticas: AI n.º 454.882/SC, Relator o Ministro SEPÚLVEDA PERTENCE, DJ de 29/3/07, e RE n.º 579.081/SC, Relatora a Ministra CÁRMEN LÚCIA, DJe de 30/4/08.”
Importante ressaltar que o arquivamento da denúncia realizada junto ao Ministério Público do Trabalho, não leva à ilação de que não tenha havido tal ilegalidade, mesmo porque o próprio Ministério Público do Trabalho ajuizou Ação Civil Pública (Processo n.º 0000579-44.2013.5.05.0028), visando prorrogar a validade de concurso Público, tendo em vista a existência de irregularidades idênticas as relatadas no presente feito.
Cumpre ressaltar, ainda, que não há se falar na criação de vaga pelo poder Judiciário, mas, tão somente, na correção de vício de legalidade, ao determinar a adequação de contratação operada pelo administrador, operada em flagrante desvio de finalidade, decorrente da realização de terceirização ilícita (de atividade fim), com o objetivo de preterir a nomeação de concursados.
De outro bordo, entendo que não há como deferir a nomeação retroativa do autor à data da realização do último exame médico, uma vez que o autor não obteve êxito em comprovar que tal irregularidade existia no polo industrial de Paulínia desde de 2012, uma vez que a testemunha ouvida nada esclareceu sobre desde que data os terceirizados atuam na ré e se estes teriam sido contratados pela empresa Sigmatronic Tecnologia Aplicada Ltda, ou mesmo, se algum daqueles terceirizados que publicaram seus curriculuns no sítio linkedin exercem ou exerceram as mesmas atribuições que o autor.
Ou seja, independentemente do reconhecimento de que a convocação do autor para a realização da etapa bipsicossocial, se deu em razão do possível surgimento de vaga, não foi possível estabelecer a data de surgimento da mesma.
Independentemente disto, a Jurisprudência dominante dos Tribunais entende pela impossibilidade de pagamento retroativo ao ocupante de cargo público, sob pena de enriquecimento ilícito.
Neste sentido é a Ementa do C. STF:
“Agravo regimental no agravo de instrumento. Servidor público. Negativa de prestação jurisdicional. Não ocorrência. Ofensa reflexa. Nomeação. Decisão judicial. Vencimentos retroativos. Impossibilidade. Precedentes. 1. A jurisdição foi prestada pelo Tribunal de origem mediante decisão suficientemente motivada. 2. A afronta aos princípios do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório, dos limites da coisa julgada e da prestação jurisdicional, quando depende, para ser reconhecida como tal, da análise de normas infraconstitucionais, configura apenas ofensa indireta ou reflexa à Constituição da República. 3. O acórdão recorrido não divergiu da jurisprudência da Corte, firme no sentido de que o pagamento de remuneração a servidor público, assim como o reconhecimento dos correspondentes efeitos funcionais, pressupõe o efetivo exercício do cargo, sob pena de enriquecimento sem causa. 4. Agravo regimental não provido. (STF - AI: 763774 PR , Relator: Min. DIAS TOFFOLI, Data de Julgamento: 16/04/2013, Primeira Turma, Data de Publicação: ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-148 DIVULG 31-07-2013 PUBLIC 01-08-2013).”
Em sendo assim, JULGO PARCIALMENTE o pleito deduzido na alínea “a”, para determinar que a ré, após, o trânsito do julgado, proceda a contratação do autor para o cargo de Técnico de Manutenção Júnior - Instrumentação , no polo de Paulínia, com o recebimento de salário e todas as vantagens inerentes ao cargo. Por corolário lógico, JULGO IMPROCEDENTES todos os pleitos que demandariam o deferimento da contratação retroativa (alíneas “b”, “c” e “d’ dos pedidos).
Sem prejuízo, esclareço que o salário básico a ser considerado será o inicial, uma vez que a promoção depende não apenas do reconhecimento de tempo de serviço pretérito, mas do cumprimento de outros requisitos.
DANO MORAL
Sustenta o autor que razão de sua não contratação sofreu danos morais.
O dano moral constitui lesão na esfera extrapatrimonial, em bens que dizem respeito aos direitos da personalidade que, exemplificativamente, encontram-se no rol do art. 5, X, CF e para a sua configuração devem estar provados o dano, o nexo causal e a culpa ou dolo.
A jurisprudência tem entendido que há necessidade de prova do dano moral, excetuados os casos de dano moral presumido tais como a morte de parente próximo, a perda de um membro, etc. Ressalta, ainda que a simples chateação, aborrecimento, importunação não são indignos de causar dano moral, sob pena de banalizar o instituto.
Indefiro o pedido de danos morais, por entender que, embora incontestável o aborrecimento e chateação sofridos pelo autor, ao não ter sido nomeado pela ré no momento correto, não houve dano capaz de atingir os direitos de personalidade do autor.
DO ARTIGO 467 DA CLT

Requer o autor a aplicação do artigo 467 da CLT.
O fato gerador da indenização do art. 467 da CLT, é o não pagamento das verbas rescisórias incontroversas na data do comparecimento a justiça do trabalho.
Hipótese que não se vê no presente caso, considerando a inexistência de verbas rescisórias.
Assim sendo, indefiro o pleito autoral.
HONORÁRIOS ADVOCATÍCOS
Pleiteia o autor o ressarcimento das despesas realizadas para o exercício do direito de ação, nos termos dos artigos 389, 395 e 404 do Novo Código Civil, especialmente, no que diz respeito aos honorários advocatícios.
Não lhe assiste razão.
Isto porque A legislação trabalhista prevê na Lei 5.584/70 as regras acerca dos honorários advocatícios, de modo que inexiste a omissão que permita a aplicação subsidiária do direito comum, com base no artigo 8o da Consolidação das Leis do Trabalho.
Segundo a lei em comento o pagamento dos honorários está condicionado à assistência ao trabalhador pelo Sindicato de Classe e ao estado de miserabilidade.
A jurisprudência tem trilhado neste caminho, in verbis:
“HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. Os honorários advocatícios, perante a Justiça do Trabalho, só são devidos aos sindicatos da categoria profissional que presta assistência jurídica aos empregados, nos termos dos artigos 14 e 16 da Lei 5.584/70, os quais não foram derrogados pelo artigo 789 da Consolidação das Leis do Trabalho, com as alterações dadas pelas leis 10288/01 e 10537/01. A defesa dos interesses do empregado, em juízo, pode ser feita pelo sindicato de sua categoria, razão pela qual a reclamada não pode ser onerada pelo fato do reclamante ter outorgado poderes a advogado particular de sua confiança. TRT/SP - 00194200735102004 - RO - Ac. 12ªT 20080860618 - Rel. VANIA PARANHOS - DOE 10/10/2008 “
Tendo em vista que o autor não se enquadra nas hipóteses acima mencionadas, indefiro o seu
DISPOSITIVO
Pelos fundamentos expostos resolvo julgar PROCEDENTES EM PARTE os pedidos formulados na ação trabalhista, para condenar a ré PETROBRAS BRASILEIRO – S/A ao cumprimento da seguinte obrigação de fazer:
a) proceder, após o trânsito do julgado, a contratação do autor ROVILSON AUGUSTO MARTINS para o cargo de Técnico de Manutenção Júnior - Instrumentação, no polo de Paulínia, com o recebimento de salário e todas as vantagens inerentes ao cargo, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais).
Tudo isso na forma da fundamentação supra, que integra o presente dispositivo para todos os efeitos legais.
Indeferidos os demais pleitos.
Sentença Ilíquida.
A liquidação far-se-á por simples cálculos, supridas eventuais lacunas pela estimativa média. Juros de mora de acordo com a lei 8.177/91, artigo 883 da CLT e Súmulas 200, 211 e 307 do Colendo TST. Correção monetária tendo como marco inicial o vencimento de cada obrigação considerando-se o mês seguinte ao da prestação dos serviços para as verbas integrantes do complexo salarial (Súmula 381 do C. TST), as épocas próprias previstas nas leis 8036/90, 4090/62, 4749/65, bem como artigos 145 e 477, parágrafo 6º da CLT para as parcelas do FGTS, 13º salário, férias e verbas rescisórias.
Em se tratando de condenação em obrigação de fazer, não há falar no recolhimento de contribuição previdenciária e Imposto de Renda.
Cumpra-se no prazo legal.
Custas pelas reclamadas no importe de R$ 400,00 calculadas de acordo com o valor de R$ 20.000,00 arbitrado provisoriamente à condenação
Nada mais. Intimem-se as partes e a União
LUCIENE PEREIRA SCANDIUCI RIDOLFO
JUÍZA DO TRABALHO SUBSTITUTA


abraço
Augusto
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Ice cream » Qui 03/Abr/2014, 10:59 am

Parabéns ai Augusto... :ymapplause:
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor EuNemLigo » Seg 07/Abr/2014, 12:10 am

Meu caro Brother Augusto!!!!
Fiquei muito feliz com a Sentença da sua Ação!!!
Me sinto realizado em ser uns dos Brothers, que o incentivara, à ingressar com uma Ação.
Foram muitas pesquisas, muitas trocas de informações e muito estudo para pegar a GORDUCHA no fim da curva.
Valeu Brother, logo... logo a minha Ação vai pipocar também...
Uma abraço...
EuNemLigo
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Ter 15/Abr/2014, 5:56 pm

E pimba na Petrobras. Paulada a favor dos aprovados de 2008. Acórdão de 2º grau na ACPU de 2008 do MPT/RJ. =))

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor VASO » Seg 28/Abr/2014, 9:12 pm

Rato, ou algum companheiro do fórum.

Favor, se possível tirar esta dúvida, tenho um processo na justiça comum em que ganhei com tutela antecipada e indenização, porém a peroba entrou com apelação, e a abençoado juiz concedeu o efeito suspensivo e deu 15 dias para nosso advogado entrar com contra razão, e após remeter TJ, PERGUNTA? - Ele o juiz ainda irá verificar a contra razão para mudar esse efeito para que a peroba cumpra a tutela, já que estamos com ASO na mão, ou de qualquer jeito irá para a 2º estância e a tutela antecipada foi em vão, teremos que esperar a decisão dos desembargadores daqui a alguns meses.

Abraços.

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Sáb 03/Mai/2014, 5:42 pm

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor VASO » Dom 04/Mai/2014, 3:49 pm

Valeu Rato, segue abaixo o despacho para melhor entendimento.

Olha o despacho que fiquei na dúvida:

Chamo o feito a ordem para retificar o despacho retro, tendo em vista que somente foi protocolado o recurso de Apelação (Petrobrás).

Assim, recebo o recurso de Apelação em seu efeito suspensivo.

Intime-se o apelado para contrarrazoar em 15 (quinze) dias.

Após, remetam-se os autos ao Egrégio Tribunal de Justiça do Estado

O processo de contratação parou na peroba por causa desse efeito suspensivo, pergunto, ele pode voltar para devolutivo por causa da tutela antecipada.
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Seg 05/Mai/2014, 9:45 am

Vaso,

não há nada de estranho no despacho. No TJ é assim. Como disse na resposta anterior: os recursos possuem duplo efeito, portanto, suspendem imediatamente os efeitos da decisão apelada.

Também já disse que a Tutela não tem a ver com a Apelação. Se a Petrobras não a agravou, ela continua válida. Seu advogado não lhe explicou isso? Se não, exija!

Abraços.
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor França » Ter 09/Set/2014, 2:23 pm

Boa Tarde Galerinha.

Tem bastante tempo que não entro no fórum em busca de noticias, como sofro de excesso de ansiedade, busquei ficar longe dessa turbulência.....
Depois de mais de 2 anos com ação ajuizada resolvi ver como anda as sentenças de lá pra cá. Passei para PSP-RH 1/2011 para téc. em elétrica, alguém ai tem alguma notícia?? :-ss :-ss :-ss :-ss :-ss :-ss :-ss :-ss

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Rato Cinza » Qui 11/Set/2014, 11:50 pm

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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Augusto » Seg 22/Set/2014, 8:17 pm

Ola Pessoal

A Petrobras incorporou a questão da convocação na condição de suplente no novo edital. Veja trecho de como foi o edital do nosso concurso (EDITAL Nº 1 - PETROBRAS/PSP-RH-1/2011, DE 30 DE JUNHO DE 2011):

10 - DO PREENCHIMENTO DAS VAGAS
10.1 - O resultado final deste Processo Seletivo Público será homologado, publicado no Diário Oficial da União e divulgado
nos endereços eletrônicos (www.cesgranrio.org.br e www.petrobras.com.br).
10.2 - O preenchimento das vagas obedecerá rigorosamente à ordem de classificação final, por cargo/polo de trabalho,
publicada no Diário Oficial da União. As convocações para a realização da qualificação biopsicossocial dar-se-ão de acordo
com as necessidades de preenchimento de vagas.
10.3 - O prazo de validade deste Processo Seletivo Público esgotar-se-á em seis meses, a contar da data de publicação do
Edital de homologação dos resultados finais, podendo vir a ser prorrogado, uma única vez, por igual período, a critério da
Petrobras.
10.4 - Os(As) candidatos(as) que constam em cadastro de Processo Seletivo Público, anteriormente realizado, terão
prioridade na convocação na hipótese de surgirem vagas para o mesmo cargo/polo, durante o prazo de validade do referido
Processo Seletivo Público.

Agora veja o do último edital lançado neste mês (“ EDITAL Nº 1 - PETROBRAS/PSP RH 2014.2, DE 11 DE SETEMBRO DE 2014”):

10 - DO RESULTADO, DAS CONVOCAÇÕES E DA VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO
10.1 - O resultado final deste Processo Seletivo Público será homologado, publicado no Diário Oficial da União (DOU) e divulgado nos endereços eletrônicos www.cesgranrio.org.br ewww.petrobras.com.br.
10.2 - Para os cargos previstos neste Edital, farão parte do cadastro, incluindo o número de vagas previsto, os(as) candidatos(as) aprovados(as) dentro das classificações abrangidas por até 10 (dez) vezes o número de vagas oferecidas por cargo/polo de trabalho, observado o disposto nos subitens 3.1.1.1.1 e 3.2.1.2.1.
10.3 - As convocações obedecerão rigorosamente à ordem de classificação final, por cargo/polo de trabalho, publicada no DOU, e dar-se-ão de acordo com a necessidade e a conveniência da PETROBRAS.
10.4 - Candidatos(as) aprovados(as) neste Processo Seletivo Público, classificados(as) no cadastro, em número superior ao quantitativo de vagas divulgado em Edital, poderão ser convocados(as) para realização das etapas de comprovação de requisitos e de qualificação biopsicossocial na condição de suplentes.
10.4.1 - Além da aprovação nas etapas de comprovação de requisitos e qualificação biopsicossocial, a admissão dos(as) candidatos(as) convocados(as) na condição de suplentes é condicionada à eliminação ou desistência de candidato(a) melhor classificado(a) ou abertura de nova vaga por necessidade e conveniência da PETROBRAS, observado o prazo de validade do Processo Seletivo Público.
10.4.2 - Ao(À) candidato(a) convocado(a) na condição de suplente será dada ciência de tal condição.
10.5 - O prazo de validade deste Processo Seletivo Público esgotar-se-á em 6 (seis) meses, a contar da data de publicação do Edital de homologação dos resultados finais, podendo vir a ser prorrogado, uma única vez, por igual período, a critério da PETROBRAS.



A alteração no edital, soa como confissão por parte da Petrobras na pratica irregular destas tais convocações na condição de suplente.
Augusto
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Re: PETROBRAS PSP-RH-1/2011 e PSP-RH-2/2011 = OFICIAL =

Mensagempor Augusto » Ter 07/Out/2014, 12:36 am

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